Quatro mãos. Um caso. O seu.
Programa 4hands — Preceptoria Cirúrgica · Blumenau/SC

Aprenda fazendo. E seja pago para aprender.

Não é mais um curso de zigomático. É o seu caso complexo, operado a quatro mãos. Você entra em cada etapa, recebe por cada etapa — e o paciente continua seu. Assinado.

  • Aprender fazendoNo caso real do seu paciente, um degrau por vez.
  • Pago para aprenderHonorário fixo por etapa documentada.
  • O paciente é seuAntes, durante e depois. Por contrato.
  • Você não fica sozinhoNo pós-operatório, você me chama no meu WhatsApp privado.
Por dentro do programa
Dois cirurgiões paramentados operando lado a lado
Na cirurgia. Lado a lado, no mesmo campo.
Dr. Fernando Giovanella explicando um caso com o modelo impresso do paciente na mão
Antes da sala. O caso estudado no modelo.
Dois cirurgiões frente a frente, com as quatro mãos sobre o campo cirúrgico
Quatro mãos. Um caso.
O problema que ninguém assina

Todo encaminhamento é uma aposta.

Você conhece a cena. O paciente que você acompanha há dez anos aparece com uma atrofia severa — ou com um implante que alguém deixou onde ele nunca deveria estar. Você sabe que o caso cresceu além do seu consultório.

E você sabe o que costuma acontecer quando encaminha: o paciente sai da sua agenda. E não volta.

Ninguém fala isso em congresso, mas é assim que funciona: você aposta que o outro lado devolve. E o mercado inteiro está desenhado para o contrário.

O 4hands existe para tirar essa aposta da mesa.

A inversão

No modelo que você conhece, você paga para aprender. Aqui, você é pago — e aprende fazendo.

O modelo que te venderam

  • Você paga o curso.
  • Treina em modelo de plástico, num caso que não é seu.
  • Volta para o consultório sozinho.
  • E quando o caso real aparece… encaminha. E perde.

O 4hands

  • O caso é real — e é seu.A entrada do programa não é uma matrícula. É uma tomografia.
  • Você aprende fazendo.Planejamento, ensaio no modelo 3D, cirurgia, pós. Do lado de dentro, no seu caso — não em modelo de plástico, não numa fila de observação.
  • Você é pago para aprender.Honorário fixo por etapa documentada de trabalho. Nunca percentual, nunca comissão — valor definido antes de cada etapa.
  • Você não fica sozinho com o caso.A reabilitação segue com você — e eu sigo por perto. Dúvida no pós-operatório? Me chama no meu WhatsApp privado.
  • E o paciente volta para você.Não como cortesia. Como cláusula.
A regra sagrada, em papel

Promessa, todo mundo faz. Eu prefiro assinar.

Antes do primeiro caso, quem assume obrigações por escrito sou eu — não você.

Quem vive de reter pacientes não pode assinar um papel desses. Eu posso. Porque o meu modelo é devolver.

O Termo está em revisão jurídica — você recebe a versão final para ler, com calma, antes de qualquer caso.

Termo de Preceptoria Cirúrgica

O que eu me obrigo, por contrato:

  1. Nenhum tratamento além do ato cirúrgico. Eu não fico com o seu paciente.
  2. A reabilitação continua sendo trabalho seu — e receita sua.
  3. Prontuário compartilhado, do primeiro exame à última revisão.
  4. Suporte no pós-operatório. Dúvida ou intercorrência, você me chama no meu WhatsApp privado.
  5. O paciente volta para a sua cadeira. Sempre.
Fernando Giovanella Preceptor
Por que aqui é diferente · o método SkinGuide Zygoma®

Quando o seu paciente deita, a cirurgia já aconteceu uma vez.

Previsibilidade em zigomático não vem de mão boa. Vem de decisão tomada antes — medida, conferida e escrita.

É isso que o seu paciente encontra aqui, e é isso que você aprende a fazer: um método que tira o improviso da sala.

Nem mão livre.
Nem guia com anilha.

À mão livre, o olho lê o osso por fora e tem que adivinhar o que existe por dentro. Na guiada convencional, uma broca de 50 mm corre presa numa anilha, com o campo escondido atrás da guia.

O SkinGuide Zygoma® fica com o melhor das duas: o plano de uma cirurgia guiada, com o olho e a mão de uma cirurgia aberta.

Previsibilidade

A decisão chega pronta à sala.

  • A trajetória é escolhida no corte axial, para a anatomia daquele paciente.
  • A profundidade é medida no protótipo — e conferida com a sonda antes de eu escolher o implante.
  • O assentamento do guia é conferido contra a silhueta desenhada no modelo, antes de riscar.
Segurança

A broca nunca trabalha no escuro.

  • O guia sai antes de furar: o campo fica aberto, visível e irrigado.
  • No corte axial, a trajetória passa junto à cortical interna e poupa a externa. É ali que se evita a fratura do zigoma.
  • Forame infraorbitário e sutura são marcados no modelo antes da cirurgia. Não tem torre nem anilha fazendo alavanca.
Três jeitos de chegar ao zigoma
Mão livreGuia com anilhaSkinGuide Zygoma®
O plano chega ao ossoNãoSimSim
Você enxerga e irriga a osteotomiaSimNãoSim
Sem torre nem anilha fazendo alavancaSimNãoSim
Usa as brocas que você já temSimNãoSim
Vídeo-aula

O SkinGuide Zygoma®, explicado por mim.

A sofisticação do digital com a liberdade da mão livre: a aula que está no meu canal para dentistas.

Capa da vídeo-aula Implante Zigomático com Guia Implante zigomático com guia · vídeo-aula
Como isso é feito

São cinco passos. No 4hands, você acompanha os cinco de dentro, no caso do seu paciente.

Direção

SkinGuide Zygoma®

Um guia fino, feito para aquele osso, com um canal aberto. Eu risco a linha pelo canal e tiro o guia. A linha que fica no osso é a osteotomia.

Profundidade

Protótipo Virtualmente Operado

O modelo impresso do paciente, com as trajetórias já abertas. Não é gabarito de broca: é a referência que fica na minha mão, para medir e comparar durante a cirurgia.

Passo 01 · Plano

A trajetória se decide no corte axial.

Peço a tomografia com a maxila e os dois zigomas no mesmo exame. Sem isso, não existe planejamento.

No software, cada implante vira dois pontos: entrada e saída. Dois pontos definem uma reta. E é no corte axial que eu confiro quanto osso sobra de cada lado dela.

O que isso garante

A trajetória é escolhida para a anatomia daquele paciente — não para a média do livro.

Corte axial da tomografia com as duas trajetórias zigomáticas planejadas, uma de cada lado
Corte axial. As duas trajetórias cruzando o corpo do zigoma, com o osso de cada lado à vista.
Modelo impresso da maxila com os pontos A e B marcados e a reta que passa pelos dois
Ponto A, ponto B. Definidos os dois, a trajetória está determinada.
Passo 02 · Protótipo

O modelo sai da impressora com a cirurgia dentro.

As trajetórias planejadas são subtraídas do modelo 3D do paciente. O que se imprime é o osso dele com os canais já abertos — entrada, saída e comprimento, na mão.

O que isso garante

A profundidade deixa de ser estimativa. Está no modelo, e dá para medir.

Protótipo impresso em 3D do terço médio da face, com os canais das osteotomias zigomáticas já abertos dos dois lados
Protótipo Virtualmente Operado. O terço médio do paciente, impresso com os canais das osteotomias.
Passo 03 · Guia

Um guia que desenha. Não fura.

O SkinGuide Zygoma® assenta no osso e carrega um canal aberto no lugar da anilha. Não tem torre e não pede kit de brocas próprio.

Ele não segura a broca. Ele transfere a linha — e sai da frente.

O que isso garante

A direção planejada chega ao osso, e o campo continua aberto, visível e irrigado.

Dois guias SkinGuide Zygoma de resina transparente assentados sobre o modelo impresso do paciente
Os dois guias assentados no modelo. O canal aberto é por onde passa o lápis.
Modelo impresso do paciente com os dois guias SkinGuide Zygoma soltos à frente
O pacote de um caso. Um modelo, dois guias — direito e esquerdo.
Passo 04 · Ensaio

Vinte minutos de lápis e paquímetro.

Com o protótipo na mão, eu marco o forame infraorbitário e a sutura, contorno cada osteotomia e meço o canal.

O implante é sempre mais curto que a osteotomia: num caso, canal de 40 mm, implante de 35. Os dois números ficam escritos no modelo.

Por último, contorno a silhueta do guia. É ela que responde, na sala, se o guia assentou mesmo.

O que isso garante

Comprimento, ângulo, referências e assentamento decididos com calma — antes de alguém ser anestesiado.

Lápis contornando a entrada da osteotomia no protótipo impresso
O contorno. Desenhada a borda do canal, a trajetória fica óbvia de qualquer ângulo.
Paquímetro medindo o comprimento do canal da osteotomia no protótipo
O comprimento da osteotomia. Da entrada à saída.
Sonda apoiada sobre o canal da osteotomia no protótipo
O comprimento do implante. Conferido com a sonda.
Passo 05 · Cirurgia

Assenta. Risca. Tira.

O trabalho do guia dura uns quinze segundos. Assento, confiro contra a silhueta, risco a linha pelo canal com grafite estéril e tiro o guia.

A partir daí a broca corre em campo aberto, sobre uma linha decidida dias antes. Meço com a sonda, comparo com o número escrito no modelo — e só então escolho o implante.

O que isso garante

A precisão de um plano guiado, com o olho e a mão de uma cirurgia aberta.

Foto cirúrgica: guia SkinGuide Zygoma assentado sobre o osso
1 · Assenta. O guia no osso, com o canal sobre a trajetória.
Foto cirúrgica: guia retirado e a linha de grafite marcada no osso
2 · Risca e tira. O guia saiu. O plano ficou no osso.
Foto cirúrgica: implante zigomático instalado sobre a trajetória marcada
3 · Instala. O implante zigomático na trajetória que foi desenhada.

O guia é barato.
A decisão, não.

Método não elimina risco. Elimina improviso.

E é essa decisão — tomada no plano, conferida no modelo, levada ao osso — que você acompanha de dentro, no seu caso.

Um caso, do osso à prótese

Quatro zigomáticos. Uma cirurgia. A prótese pronta.

Documentado passo a passo em novembro de 2024, num curso com paciente ao vivo. É assim que um caso fica registrado aqui — e é assim que o seu vai ficar.

Foto cirúrgica: quatro implantes zigomáticos instalados, dois de cada lado
A cirurgia. Os quatro zigomáticos em posição.
Radiografia panorâmica: quatro implantes zigomáticos unidos por uma barra
A panorâmica. Os quatro implantes, já com a barra.
Prótese fixa superior final
A prótese final.

A mesma cirurgia, em quatro tempos.

Campo aberto do começo ao fim: o que foi decidido no plano aparece no osso, à vista de quem está na sala.

01Foto cirúrgica: instrumentos nas duas osteotomias zigomáticas do mesmo lado, com marcação de profundidade
Osteotomias. As duas trajetórias do mesmo lado, com a marcação de profundidade à vista.
02Foto cirúrgica: implante zigomático sendo instalado
Instalação. O implante zigomático entra pela osteotomia.
03Foto cirúrgica: quatro implantes zigomáticos instalados, dois de cada lado
Quatro zigomáticos. Dois de cada lado, em posição.
04Foto cirúrgica: maxila suturada com quatro componentes protéticos expostos
Sutura. Tecido fechado, com os quatro componentes protéticos expostos.

Outras cirurgias do mesmo curso.

Na mesma semana, zigomático combinado com implantes anteriores — e o SkinGuide Zygoma® em uso, do jeito que o método descreve.

Foto cirúrgica: implante zigomático instalado e dois implantes anteriores
Zigomático instalado. Com os dois implantes anteriores.
Foto cirúrgica: guia SkinGuide Zygoma assentado no osso com a linha de grafite marcada pelo canal
O guia e a linha. SkinGuide Zygoma® assentado, com o grafite riscado pelo canal.
Foto cirúrgica: entrada da osteotomia zigomática ao lado de dois implantes anteriores
A entrada da osteotomia. Ao lado dos implantes anteriores.
Foto cirúrgica: um implante zigomático de cada lado e dois implantes anteriores
Os dois lados. Um zigomático de cada lado e dois implantes anteriores.
Guia SkinGuide Zygoma sendo retirado do campo cirúrgico com uma pinça
O guia sai. Riscou a linha e saiu do campo.

No 4hands, o caso documentado assim é o do seu paciente.

A escada · aprender fazendo

Ninguém entra operando. E ninguém fica parado.

Cada caso que você traz te move um degrau. No seu ritmo, na sua casuística — sempre no caso real, sempre remunerado.

Degrau 0

Radar

Você não quer operar — quer resolver o paciente e dormir tranquilo. Envia o caso, acompanha à distância. Recebe o honorário de co-manejo, tem o meu suporte no pós-operatório — e o paciente de volta.

Degrau 1 · 1º–2º caso

Observação

Você entra no planejamento, remunerado por etapa, e assiste à cirurgia do seu próprio caso — incluindo o ensaio no modelo 3D do seu paciente, antes do centro cirúrgico.

Degrau 2 · 3º–5º caso

Instrumentação

Você instrumenta e executa etapas menores — acesso, sutura — sob supervisão direta. Honorário maior, horas cirúrgicas documentadas.

Degrau 3 · 6º caso em diante

Execução

Você executa etapas maiores sob preceptoria, discute os casos no núcleo do programa e tem prioridade de agenda para os seus pacientes.

Não existe certificado no fim. Existe casuística documentada — a sua.

Pra ser direto

O que o 4hands não é.

Não é curso.

Não tem apostila, não tem certificado, não tem promessa de autonomia. Se é isso que você procura, existem boas imersões formais por aí — inclusive a minha.

Não é compra de indicação.

Nunca percentual sobre honorário cirúrgico. Você recebe por trabalho documentado — planejamento, assistência, pós — com valor definido antes de cada etapa.

Não é captação disfarçada.

O contrato existe exatamente para isso: o paciente é seu antes, durante e depois. É a primeira cláusula, não a letra miúda.

A porta

Não existe formulário de inscrição. Existe caso.

01

Você me manda a tomografia pelo WhatsApp.

CRO ativo e a documentação do caso. Só isso.

02

Eu mesmo olho.

Não uma equipe comercial, não um robô. Eu.

03

Você recebe um parecer honesto.

Se é caso para fazermos juntos — e por qual degrau a sua entrada começa. Ou se não é. E por quê.

As primeiras vagas são poucas e escolhidas caso a caso. Não por marketing de escassez — por limite físico da agenda de quem opera todos os casos pessoalmente.

Dr. Fernando Giovanella explicando uma cirurgia com o protótipo impresso na mão
Quem está do outro lado da mesa

Ele escreveu o livro da técnica. Literalmente.

Fernando Giovanella é cirurgião em Blumenau/SC e ensina a técnica zigomática a cirurgiões de outros países. O 4hands é a versão disso para quem está aqui — sem sair do seu caso, sem entregar o seu paciente.

Capa do livro ZIGOMA 2.0 — A nova era dos implantes zigomáticos, de Fernando Giovanella
  • Cirurgião bucomaxilofacial, mais de 20 anos de cirurgia
  • Mestre em Implantodontia
  • Autor de ZIGOMA 2.0
  • Criador do SkinGuide Zygoma®
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@drfernandogio

Casos, aulas e o que eu estou estudando. Antes de virar curso ou artigo, aparece lá.

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Perguntas que você está se fazendo

Antes de mandar o caso.

Quanto custa?

Nada. A pergunta do 4hands é outra: quanto você recebe, e por qual trabalho. Os honorários são fixos por etapa documentada e definidos antes, caso a caso.

Vou perder o meu paciente?

É a única pergunta deste programa que se responde por contrato. Não.

Preciso já operar casos complexos?

Não. A escada começa na observação — e o degrau Radar nem exige que você queira operar um dia.

Onde acontecem as cirurgias?

As cirurgias, em Blumenau/SC. A discussão e o planejamento do caso, à distância, com você dentro. O acompanhamento, na sua cadeira — e, para qualquer dúvida do pós-operatório, o meu WhatsApp privado.

E se aparecer uma dúvida ou uma intercorrência no pós-operatório?

Você me chama no meu WhatsApp privado. Não é central de atendimento, não é secretária: sou eu. O suporte no pós-operatório faz parte do programa — eu operei, eu respondo junto. Devolver o paciente não é largar o caso na sua mão.

Por que você faria isso?

Porque os casos complexos do país inteiro já estão sentados na cadeira de alguém — talvez na sua. Eu ganho o ato cirúrgico e a casuística. Você ganha o honorário, a experiência no caso real e o paciente de volta. O paciente ganha dois profissionais cuidando dele em vez de um. Não é favor. É desenho.

Se você tem um caso na mão agora

Uma atrofia severa. Um implante no lugar errado. Um paciente que você não quer perder.

Me manda a tomografia. Eu mesmo olho e te digo, com clareza, o que é possível — e o que não é.

Sem compromisso. O parecer é meu, e é franco.